segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Projeto do VLT para Arapiraca nunca saiu do papel

05/11/2017 - Cada Minuto

Por Roberto Gonçalves  

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A estação ferroviária de Arapiraca inaugurada em 1949 é o retrato do abandono. Atualmente é uma ilha cercada de lixo e entulhos por todos os lados, uma vergonha para a “Princesa do Agreste” que está suja e nem ao menos a gestão tucana, comandada pelo prefeito Rogério Teófilo realizou uma produção básica para comemorar os 93 anos de emancipação da terra de Manoel André.

Toda a extenção da linha férrea que corta a cidade pertence a Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN)  concessionária  da antiga Rede Ferroviária do Nordeste. O percurso está sem trens de passageiros desde o inicio dos anos 80, a linha está totalmente abandonada e sendo depreciada pela ação do tempo.

Projeto do VLT nunca saiu do papel

Em janeiro de 1998 o então prefeito de Arapiraca Luciano Barbosa (PMDB) anunciou em ato solene a implantação do projeto  (Veículo leve sobre trilhos) – VLT.  Com o objetivo de  avaliar a infra-estrutura para a elaboração do projeto de implantação do metrô de superfície em Arapiraca, o ex-prefeito,  Luciano Barbosa fez o trajeto da linha férrea que corta a cidade entre a Estação Central e a Vila São José, zona rural.

O percurso de 16 km foi realizado na manhã de 10 (de janeiro), a convite dos técnicos da CFN e foi acompanhado por  secretários municipais. A avaliação, feita a partir do resultado do trabalho já executado na área pela CFN, iria permitir a Prefeitura encaminhar um estudo de viabilidade à CBTU para a instalação do VLT.

A proposta do ex-gestor que nunca saiu do papel, seria reativar o transporte de passageiros com baixo custo, numa área entre o Distrito Industrial de Arapiraca e a Vila São José. O projeto de alto valor social  atenderia mais de vinte bairros da zona urbana, além de comunidades da área rural.

O  projeto se concretizado traria uma série de vantagens.  O benefício social é muito grande e estaremos viabilizando um esquema de transporte coletivo estruturado, à partir dessa linha que já existe e corta toda a cidade, comentou na época,  Luciano Barbosa.  Em 2008, o Coordenador de Obra da CFN, José Morais Neto, anunciou que a liberação do tráfego já deverá ser feita a partir do início de 2009. O projeto nunca foi concretizado.

A  operação na época, seria  a limpeza, drenagem e recuperação da linha. Um trabalho que, de acordo com a análise prévia do ex-prefeito, Prefeito de Arapiraca, iria facilitar a efetivação do metrô de superfície. "Essa infra-estrutura nos beneficia muito", comentou.


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Maceió terá estação rodoviária de integração com VLT no bairro de Jaraguá

24/10/2017 - TNH1


Um projeto do Município em tramitação na Caixa Econômica Federal, com recursos dos ministérios dos Transportes e do Turismo, vai implantar uma estação rodoviária em uma área cedida do Porto de Maceió, no bairro de Jaraguá, para promover a integração com a Estação do VLT.

A notícia foi confirmada nesta terça (24) pelo prefeito Rui Palmeira, durante solenidade de entrega da nova estrutura da Arena Pai e Filho – Manuel Valson e Rozião Alves –, no conjunto Eustáquio Gomes.

De acordo com Rui, o projeto conta com recursos já em conta, na ordem de R$ 3 milhões, e está sendo trabalhado junto à Caixa para que seja executada a licitação. “É um projeto em parceria com os ministros Marx Beltrao [Turismo] e Maurício Quintella [Transportes], que vai fazer a integração do VLT com com o transporte rodoviário. As pessoas vão ter, a alguns metros de distância, uma estação com ônibus para todas as regiões de Maceió”, declarou.

Arena Pai e Filho

A nova estrutura da Arena Pai e Filho, entregue hoje à população, recebeu serviços da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Semds), e foi readequada à prática esportiva dos moradores da região.

A arena recebeu alambrado e cerca na quadra de areia para futebol, novos bancos com jardineiras foram construídos e a pintura foi renovada. No local, a Superintendência Municipal de Iluminação Pública e Energia (Sima) também instalou novas luminárias. Antes, a prática esportiva na região acontecia em um espaço sem a estrutura que agora foi instalada pela Prefeitura.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Mercado do Artesanato ganhará estação de transbordo do VLT

22/10/2017 - Tribuna Hoje

Segundo a CBTU previsão para a inauguração da estação no Mercado é no início de 2018


Mercado do Artesanato na Levada ganhará estação de transbordo do VLT
Mercado do Artesanato na Levada ganhará estação de transbordo do VLT
Arquivo/Secom Maceió

O secretário interino do Trabalho, Abastecimento e Economia Solidária, Dênis Agra, participou, na última sexta-feira (20), da inauguração do novo terminal do VLT do Jaraguá, que vai entrar em operação no mês de novembro.

Durante a cerimônia, foi confirmada a estação de transbordo no Mercado do Artesanato, localizado no bairro da Levada, para dar acesso dos passageiros no local. A proposta havia sido acertada entre a Semtabes e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

“Essa parceria entre a CBTU e a Semtabes vai beneficiar os permissionários do Mercado do Artesanato. Com a estação de transbordo, o primeiro andar consegue ter mais movimento, através da vazão de passageiros”, afirma Dênis Agra.

Segundo a CBTU, a previsão para a inauguração da estação no Mercado é no início de 2018. O local passará, também, por melhorias na estrutura.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Estação do VLT em Jaraguá começa a funcionar em fase de testes na sexta-feira

19/10/2017 - G1

Estação Jaraguá inicia fase de testes na sexta (20) (Foto: Max Monteiro/ Secom Maceió)

A Estação Jaraguá, novo terminal do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), começa a funcionar em fase de testes na sexta-feira (20). Nesse período, motoristas que passam pelo bairro devem ficar atentos às passagens de nível. Segundo a Prefeitura de Maceió, a estação começa a funcionar definitivamente no dia 6 de novembro.

De acordo com a prefeitura, são oito passagens de nível ao todo, entre a estação do Centro e a de Jaraguá. Cada um dos cruzamentos por onde a linha do VLT passa foi sinalizado, com aparelhos sonoros e luminosos para indicar quando o trânsito estiver livre.

As passagens de nível ficam nos cruzamentos das Avenidas Buarque de Macedo e Walter Ananias com as ruas Barão de Anadia, do Imperador, Marechal Roberto Ferreira, Avenida Aspirante Alberto Melo da Costa, e as do Uruguai e Dr. Batista Aciolly, Avenida Comendador Leão e Travessa Melo Póvoas.

O prolongamento da linha do VLT até o Jaraguá é uma obra feita em parceria com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). A prefeitura diz ter investido mais de R$ 250 mil, com serviços feitos pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Urbanização (Seminfra) e da Superintendência Municipal de Energia e Iluminação Pública (Sima).

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

VLT pretende mudar a rotina da UFV, de Viçosa e da Zona da Mata

13/07/2017 - Opção News

Anos de 1950, impulsionado pelo projeto de fazer o Brasil crescer “50 anos em 5”, o presidente Juscelino Kubitschek anunciava a privatização das rodovias. Segundo Fabiano Pompermayer, técnico de planejamento e pesquisas do Ipea “Em seis meses, você faz 500 quilômetros de estrada de terra. Isso em ferrovia leva três anos”, e os planos de JK não podiam esperar todo esse tempo.

A partir desta decisão, as ferrovias no Brasil foram sendo deixadas de lado e esquecidas. Atitude que, até hoje, custa caro para o bolso do país. Segundo o jornal Estado de Minas, o Brasil poderia economizar 113 bilhões de dólares por ano com fretes. Mas tem gente querendo reverter essa situação.

O ano agora é 2017, a Universidade Federal de Viçosa está finalizando a construção do seu novo restaurante universitário. Mas como locomover os alunos até o novo restaurante, que fica à 2,5 km de distância das 4 pilastras? É aí que entra o projeto de revitalização das linhas férreas da UFV e a construção de Veículos Leve Sobre Trilhos (VLT). O projeto pretende ligar as 4 pilastras ao novo RU, divido em três estações, a primeira na Vila Gianetti, a segunda no ginásio e a estação final próxima ao departamento de zootecnia, totalizando 2,5 km.

O projeto já tem a aprovação da reitora Professora Nilda de Fátima Ferreira Soares, e foi encaminhado para Brasília, aonde se espera conseguir o recurso necessário de R$ 1,4 milhões. O VLT terá a capacidade de carregar 50 pessoas sentadas e 60 em pé, e deverá ser cobrada de R$0,50 à R$1,00 no valor da passagem. O VLT, reutilizará trilhos que foram abandonados e a linha de trem da própria UFV, o que barateia o custo inicial da implantação. Já o custo operacional ainda não foi calculado, mas, segundo os mentores do projeto, cobrando R$o,50, por passageiro, já é possível manter o VLT.

Jershon Ayres de Morais, idealizador do projeto e membro do Circuito Turístico Serra de Minas, tem uma previsão otimista sobre a aprovação em Brasília. Ele afirma que “A Universidade não tem outra saída, a não ser investir na recuperação das linhas férreas para o transporte dos estudantes”.

Linha Silvestre x UFV:

E a construção de VLT’s não deve se limitar à UFV. A partir do novo Plano de Mobilidade Urbana de Viçosa (PLAMMOB VIÇOSA), que tem o objetivo de propor inúmeras alternativas para a diminuição dos graves problemas de mobilidade urbana na cidade, a Prefeitura Municipal de Viçosa pretende revitalizar linhas de trens na cidade para possibilitar a construção de um VLT, nos mesmos moldes do da UFV.

No curto prazo, o Plano propõe retirar estabelecimentos comerciais que ocupam a faixa de domínio e promover a reintegração de posse de trechos da linha que foram invadidos.

Ao mesmo tempo, serão elaborados os projetos de construção de uma ciclovia ao lado da ferrovia, ligando o CENTEV, no Silvestre, até a UFV, o que deve provocar uma grande transformação nos hábitos dos viçosenses com relação ao uso de automóveis.

É importante frisar que a Linha férrea, pela constituição, pertence à União e tem uma faixa de domínio de 15 metros de cada lado, a contar do eixo da linha. Hoje, o município de Viçosa tem a concessão das linhas e dos imóveis da rede Ferroviária, concedido pelo DNIT.

Linha turística Viçosa x Cajuri:

Ainda existe a possibilidade de incentivar o turismo na Zona da Mata com os VLT’s. A primeira linha deve ser a de Viçosa x Cajuri, com cerca de 12 km. Porém, como o principal objetivo dessa linha é estimular o turismo na região, o VLT só rodará nas sextas, sábados e domingos.

No último dia 11, em Belo Horizonte, O deputado Roberto Andrade participou de uma reunião com o secretário de turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria, e representantes de entidades ligadas ao setor para discutir a revitalização da linha férrea que liga Viçosa a Cajuri. E, segundo a assessoria do deputado, os resultados da conversa foram positivos.

A linha Viçosa x Teixeiras deve ser a segunda a ser implantada. Mas a ideia dos projetos Caminho do Campo e Trem das Serras de Minas é de expandir para toda a região, passando por cidades como Coimbra, São Geraldo, Visconde do Rio Branco e Ubá.

Onde tudo começou:

Hoje o projeto dos VLT’s está indo para frente devido ao baixo custo para implantação do meio de transporte. Isso só é possível devido ao Engenheiro Mecânico Marcos Cravo. Marcos, que mora na cidade de Cataguases, é considerado um inventor e abraçou o projeto do Circuito Turístico Serras de Minas.

Agora, os veículos já estão prontos e devem ser testados nos próximos dias.

O resultado ainda não sabemos, mas as previsões para uma nova realidade no transporte na UFV, em Viçosa e na Zona da Mata são de grandes mudanças para o futuro próximo.

Reportagem: Daniel Reis.

Projeto desenvolvido em Cataguases pode ajudar a baratear os custos dos VLT’s de Viçosa

03/08/2017 - Opção News

O projeto que prevê a reativação das linhas férreas da Universidade Federal de Viçosa já foi aprovado pela reitoria e agora aguarda a aprovação da verba em Brasília. Orçado em 1,4 milhões de reais, o “VLT da UFV” pretende ligar a Vila Gianetti ao “Novo RU”, percorrendo cerca de 2,5 km.

Paralelamente, outro projeto visa ligar as cidades de Viçosa e Coimbra, em um “circuito turístico da Zona da Mata”, que deve ser extendido à outras cidades posteriormente. Neste caso, o projeto ainda está sendo planejado, junto ao Governo Estadual. Segundo o Deputado Roberto Andrade, um dos apoiadores do projeto, as conversas com o Secretário de Turismo Ricardo Faria estão avançadas. fechando a lista dos projetos utilizando as linhas férreas da cidade de Viçosa, o novo Plano de Mobilidade Urbana de Viçosa (PLAMMOB -VIÇOSA), proposto por arquitetos da Universidade Federal de Viçosa, visa, a longo prazo, ativar uma linha que liga do Silvestre as 4 pilastras, na tentativa de diminuir o trânsito na Avenida Castelo Branco. Porém, o plano diretor não executa, apenas sugere mudanças no planejamento urbano da cidade.

Leia mais na reportagem: “VLT pretende mudar a rotina da UFV, de Viçosa e da Zona da Mata

No ano de 2010, a UFV se mostrou interessada em construir um VLT. Porém, na época, a obra foi estimada em cerca de 8,5 mihlões de reais e acabou não indo para frente. Desta vez a meta é economizar e, caso os projetos dos VLT’s em Viçosa realmente sejam desenvolvidos, os gastos deverão ser enxutos. E isso só é possível devido a um projeto que está sendo desenvolvido na cidade de Cataguases – MG.

Movidos pela ideia de reativar as linhas férreas da cidade de Cataguases, voluntários do Núcleo Ferroviário Vale Verde de Cataguases estão criando um novo conceito de veículos férreos para passageiros. Atualmente no Brasil existem vários vagões abandonados, que foram utilizados nas décadas passadas para transporte de carga. Esses vagões estão inativos, porém ainda podem ser reutilizados, se passarem por reformas, para a carga de passageiros. A ideia é inserir motores de caminhões nas locomotivas e utilizar um mecanismo capaz de, com a força deste motor, fazer com que a locomotiva se desloque para frente ou para trás, sempre seguindo a linha do trem. Assim, a locomotiva torna-se um Veículo Férreo Alternativo (VFA), e não um VLT, como ficou definido na cidade de Viçosa. Marcos Cravo, um dos voluntários que está a frente do projeto afirma que “O VFA é capaz de fazer entre 7 e 8 km utilizando 1 litro de diesel, o que torna ele econômico. Além disso, reformando vagões abandonados e concertando as linhas férreas o custo do veículo torna-se muito viável”.

O VFA é um veículo criado para andar pequenas distâncias, com uma velocidade de cerca de 30 km/h, assim diminuindo os riscos de acidente. A ideia é que ele seja utilizado em circuitos turísticos ou para carregar uma pequena malha de passageiros na cidade, atendendo a demanda de municípios como Cataguases, Viçosa, etc.

Segundo Cravo, com a verba de R$1,4 milhões é totalmente possível inserir o VFA na Universidade Federal de Viçosa com dois vagões, como prevê o projeto da UFV.

Os vagões utilizados passarão por reformas. Neles serão colocados bancos para os passageiros, além de reparos na estrutura dos veículos, que não estão em funcionamento há muito tempo. Os vagões utilizados só serão escolhidos após a aprovação da verba em Brasília.

Em Cataguases, a ideia é que o VFA seja utilizado, inicialmente, para incentivar o turismo local.

André Tenuta, presidente do instituto cidade e coordenador do programa de motorização de vagões abandonados, acredita que “Se tudo der certo, em breve teremos uma grande indústria ferroviária na região, que vai produzir automotrizes para ocupar as linhas abandonadas e gerar muitos empregos”.

Preservando as linhas férreas com o “Biciclotrem”:

Para que tudo isso aconteça é importante que as linhas sejam preservadas. É aí que entra um projeto que recentemente conquistou o título de Tecnologia Social do Banco do Brasil, o “Biciclotrem” de Cataguases.


Biciclotrem é atração nas linhas férreas de Cataguases | Foto: Elias Fonseca
Visando preservar as linhas férreas da cidade, para que as mesmas posteriormente possam ser utilizados por veículos maiores e automotores, e ao mesmo tempo promovendo lazer para a população, voluntários criaram um veículo movido pela força das pernas. O Biciclotrem consegue transportar no máximo 6 pessoas e consiste de uma plataforma com duas bicicletas ligadas aos trilhos. Enquanto duas pessoas pedalam, as outras podem aproveitar o prazeroso passeio.

A tecnologia está fazendo sucesso na cidade e é uma ótima opção para os amantes do Ecoturismo. Marcos conta que “O título de Tecnologia Social do Banco do Brasil dá credibilidade para o Biciclotrem e atrai investidores e voluntários”. Ele também afirma que “O Biciclotrem só deu certo porque é um veículo que integra as pessoas. Já que, ao invés da pessoa pedalar apenas para ele, carrega mais pessoas sentadas nos bancos”.

Os voluntários estão otimistas em relação ao futuro das linhas férreas na Zona da Mata. Durante uma entrevista, realizada para a primeira reportagem sobre o tema, Jershon Ayres de Morais, idealizador dos projetos em Viçosa e membro do Circuito Turístico Serra de Minas, se mostrou confiante sobre o futuro dos projetos. O mesmo acontece com Marcos Cravo, que sonha em ver as linhas férreas de Cataguases ativas.

Ainda não sabemos quais serão os próximos capítulos dessa história, mas a previsão é que as linhas férreas da região voltem a trazer benefícios para a população e o turismo na região.

Reportagem: Daniel Reis

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Viagens do VLT até a estação de Jaraguá devem começar em setembro

13/07/2017 - Cada Minuto

Por Raíssa França com Amanda Falcão*  


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Foto: Amanda Falcão/Cada Minuto

A extensão das viagens do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) até a estação de Jaraguá estão previstas para iniciar em setembro deste ano. A informação foi confirmada pelo superintendente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Marcelo Aguiar, durante uma visita, na manhã desta quinta-feira (13) para averiguar a implantação de lixeiras no bairro de Bebedouro.

Segundo o superintendente, devido às chuvas as obras foram suspensas, entretanto, o novo cronograma foi entregue essa semana pela construtora, onde a previsão é que seja finalizada ainda em agosto. Ao todo, cerca de 12 mil pessoas utilizam o VLT.


“Dependendo do clima e a extensão ficando pronta, ela vai passar por um período de uma semana de testes e interação, entregando em vigor”, comentou Marcelo. Além disto, Aguiar também ressaltou que algumas obras já estão prontas, o que está faltando é a parte de sinalização que depende também da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT).

“Estamos seguindo o mesmo padrão, com a sinalização vertical/horizontal que informa com a luz e sons, através do sensor, quando o trem está passando”, informou o superintendente.

Com relação às regiões que o VLT deve passar, Marcelo informou que no caso de Fernão Velho, o trem não está indo até a Lourenço Albuquerque devido às chuvas que derrubaram uma barreira, mas que há um processo emergencial de contenção e que deve levar 15 dias assim que começar a obra.

“Mas, já adianto que a linha do VLT está contemplando as regiões do Bom Parto, Mutange, Flexal e de Bebedouro a Fernão Velho”, destacou.

Implantação de lixeiras

O superintendente também visitou, nesta manhã, a implantação de lixeiras na região de Bebedouro. A implantação tem o objetivo de conscientizar a população para que seja evitado que joguem lixos nas vias.

De acordo com Aguiar, a implantação das lixeiras foram instaladas em Bebedouro, faltando apenas a pintura. “O lixo e o apedrejamento são constantes, o que causa a suspensão de trens”, ressaltou.

Também estão sendo realizadas ações educacionais nas escolas e bairros sobre a importância dos trens.

"Essa ação é uma forma de coleta conjunta. Os moradores colocam o lixo no local apropriado, nas lixeiras implantadas e logo após o lixo é recolhido”, disse Marcelo.

*estagiária